Literacia em IA
Tornar a IA compreensível para cidadãos, famílias, trabalhadores e decisores, em linguagem clara e em Português.
Sobre a AMIA
A AMIA é uma associação moçambicana sem fins lucrativos, criada para promover o desenvolvimento responsável, inclusivo e estratégico da Inteligência Artificial em Moçambique.
O lugar onde Moçambique pode compreender, discutir, aprender, adoptar e moldar a Inteligência Artificial.
Como actua
Quem somos
Em síntese
A AMIA é uma associação moçambicana sem fins lucrativos, criada para promover o desenvolvimento responsável, inclusivo e estratégico da Inteligência Artificial em Moçambique.
Actua como plataforma de conhecimento, educação, inovação, ética, investigação, transformação digital e diálogo público — uma ponte entre a sociedade, a tecnologia, as empresas, a academia, a cultura e o interesse público.
Nasceu de uma constatação simples: a Inteligência Artificial já está a transformar a economia, o trabalho, a educação e a vida pública, e Moçambique não pode ficar à margem dessa transformação — nem como consumidor passivo, nem como espectador. O País precisa de compreender a tecnologia, formar competências, produzir dados e conhecimento próprios e decidir com autonomia.
A AMIA é o lugar onde Moçambique pode compreender, discutir, aprender, adoptar e moldar a IA. Reúne pessoas e instituições que querem participar nesse processo com seriedade: investigadores, professores, empresários, técnicos, juristas, jornalistas, estudantes e decisores públicos.
Não é um regulador nem um órgão do Estado. É uma associação da sociedade civil que contribui, promove, estuda, liga, mobiliza, informa, forma e propõe — e que mede o seu valor pelo que ajuda o País a fazer melhor.
A AMIA contribui, promove, estuda, liga, mobiliza, informa, forma e propõe.
Áreas de trabalho
As áreas de trabalho traduzem a missão em actividade concreta. Cada uma tem responsáveis, grupos de trabalho e resultados esperados.
Tornar a IA compreensível para cidadãos, famílias, trabalhadores e decisores, em linguagem clara e em Português.
Criar espaços de debate sério entre sociedade, Estado, empresas e academia sobre o que a IA muda no País.
Formar professores, profissionais, funcionários e empreendedores para usar IA com critério e resultados.
Produzir conhecimento nacional: estudos, dados e análises sobre a IA na realidade moçambicana.
Apoiar empresas, startups e instituições a transformar ideias em soluções úteis, seguras e sustentáveis.
Promover princípios de responsabilidade, transparência e supervisão humana em todos os usos da IA.
Contribuir para quadros de governação de dados e de sistemas inteligentes ajustados a Moçambique.
Garantir que a IA fala, compreende e respeita as línguas e o património de Moçambique.
Acompanhar a integração responsável da IA nos serviços públicos e privados, com supervisão e avaliação de impacto.
Avaliar e reforçar competências, dados, infra-estrutura e instituições para a era da IA.
Como actua
Oito verbos definem a forma de actuar da AMIA. Nenhum deles é regular, coordenar ou controlar.
Leva conhecimento técnico e perspectiva nacional aos processos em que a Inteligência Artificial é discutida, a convite das instituições competentes.
Dá visibilidade à literacia, à investigação e às boas práticas de uso responsável da IA em Moçambique.
Produz briefs, notas técnicas e análises sobre o impacto da IA no País, com evidência, fontes e método.
Aproxima Governo, academia, empresas, banca, media, cooperação internacional e sociedade civil em torno de uma agenda comum.
Convoca competências nacionais e comunidades para iniciativas concretas, em todas as províncias.
Mantém o Observatório e o Radar AMIA: informação útil, verificada e em Português sobre IA em Moçambique, em África e no mundo.
Organiza formações, workshops e programas de capacitação para cidadãos, profissionais, professores e instituições.
Apresenta recomendações e contributos técnicos às autoridades e aos decisores, sem substituir o papel que a lei lhes atribui.
Posicionamento
A AMIA não é um regulador, não coordena o Governo e não controla a política nacional de Inteligência Artificial. Essas competências pertencem às instituições do Estado. A AMIA trabalha com elas — a convite, em consulta pública ou por iniciativa própria — com contributos técnicos, independentes e fundamentados.
Ver posicionamento institucionalCom quem trabalha
A Inteligência Artificial atravessa todos os sectores. A AMIA trabalha com quem decide, ensina, investe, investiga, informa e constrói.
Contributos técnicos, diálogo e apoio à literacia em IA na administração pública.
Adopção de IA com resultados mensuráveis, riscos controlados e equipas preparadas.
Uso responsável em atendimento, análise de risco, prevenção de fraude e inclusão financeira.
Currículos, investigação, integridade académica e formação de professores.
Interlocutores nos temas de dados, segurança, direitos digitais e uso responsável de sistemas inteligentes.
Ligação a redes, programas e financiamento para o ecossistema nacional de IA.
Acesso a conhecimento, rede de contactos e oportunidades de mercado e de investimento.
Comunidade técnica, dados abertos, projectos colaborativos e produção de conhecimento.
Literacia, ferramentas, bolsas, competições e percursos de carreira na era da IA.
Verificação, integridade da informação e cobertura informada sobre tecnologia.
Cooperação com associações congéneres, centros de investigação e organizações multilaterais.
Inclusão digital e impacto social em todas as províncias do País.
Pilares estratégicos
A acção da AMIA organiza-se em pilares que cobrem o conhecimento, a economia, a ética, a cultura e a infra-estrutura necessária a uma adopção soberana da Inteligência Artificial.
Tornar a Inteligência Artificial compreensível para cidadãos, trabalhadores, famílias e decisores. Sem literacia não há escolha informada.
Programas de formação, currículos e capacitação de professores, estudantes e profissionais para uma economia que muda de base.
Apoiar empresas, startups e empreendedores a aplicar IA com resultados — do atendimento ao cliente à análise de dados.
Os dados são a matéria-prima da IA. Promover práticas de qualidade, protecção, partilha responsável e valor público.
Sistemas inteligentes exigem segurança: resiliência, auditoria de modelos, gestão de risco e confiança digital.
Reflexão ética e contributo técnico para quadros legais ajustados à realidade moçambicana, em diálogo com as autoridades competentes.
Garantir que a IA fala, compreende e respeita as línguas e o património de Moçambique.
Estudos, briefs e dados nacionais que sustentem decisões públicas e privadas com evidência.
Ligar Moçambique a redes africanas e globais de conhecimento, financiamento e prática.
Capacidade computacional, conectividade e autonomia para que o País não seja apenas consumidor de tecnologia.
Tema editorial
O que a Inteligência Artificial significa para o País — oportunidades, riscos e responsabilidades.
Porque a IA é um tema nacional
A IA não é um assunto de especialistas: decide o que os cidadãos lêem, como as empresas competem, como os serviços públicos respondem e em que línguas a tecnologia fala. Moçambique tem a oportunidade de saltar etapas — se houver competências, dados e visão.
Uma oportunidade de saltar etapas no desenvolvimento — se houver competências, dados e visão.
Educação, agricultura, saúde, finanças, administração pública, cultura e negócios.
Desinformação, exclusão, dependência tecnológica e uso indevido de dados.
Sem dados nacionais de qualidade, a IA não reflecte a realidade moçambicana.
A maioria dos moçambicanos comunica em línguas que a IA ainda não fala.
Compreender a tecnologia é condição para a usar e para a questionar.
Ficha institucional
Fundação
2026
Forma jurídica
Associação sem fins lucrativos
Sede
Maputo, Moçambique
Lançamento oficial
26 de Agosto de 2026
Continuar
Participar
Pessoas e instituições sérias têm lugar na AMIA.